por Redação 06/08/2025 15:06
Fazer o bem
é a única e a melhor arma para combater o mal. Neste post, saiba a importância
de praticar a bondade e dividir o que possui!
Pare por
alguns instantes o que estiver fazendo agora e reflita sobre essas perguntas:
quando foi a última vez que você ajudou alguém? Quando foi a última vez que
você fez algo de bom para outra pessoa?
Não pense
que é somente aos grandes gestos que nos referimos aqui, mas inclusive sobre as
pequenas ações cotidianas realizadas com boa intenção ao próximo. Praticar o
bem vai desde oferecer um “bom dia” a quem não conhece, até doar aquilo de que
pouco você tem, mas que outra pessoa precisa mais no momento.
Nos tempos
atuais, com a desigualdade, a intolerância e a maldade por todos os lados, essa
uma das armas mais poderosas que temos para salvar a humanidade. Continue a
leitura e reflita sobre qual a importância de fazer o bem e de dividir o que
você possui.
O que é a
bondade?
Podemos arriscar
em afirmar aqui que a bondade é uma das maiores qualidades do ser humano
(senão, a maior de todas elas). É o mesmo que colocar uma dose do mais puro
amor em tudo que fazemos, transbordando em um benefício universal, que contagia
os corações que tocamos com ela.
De todos os
investimentos que podemos fazer, esse é o único que está imune de erros, que
nunca falha. Ao semear o que é bom, nos enriquecemos de algo que não tem preço
no mundo, que possui um valor inestimável em si mesmo.
Um exemplo
dos céus
Fazer aos
outros o que Deus faz por nós. Amar como Deus nos ama. Compreender como Deus
nos compreende. Perdoar como Deus nos perdoa. Ter, para com os irmãos, a
paciência que Deus tem para conosco.
Todo bem que
você, cristão, pratica, é uma colaboração com o Senhor na obra da Criação e na
transformação deste mundo. Jesus nos resgatou do pecado para que nos
tornássemos novas criaturas, pessoas com o coração cheio de paz para assumir a
missão de ser sal e luz para este lugar em trevas.
“E não nos
cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos se não desanimarmos”
(Gálatas 6,9).



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